ENTREVISTA COM MATT SOBRE Problemas com Rob Zombie
Encontramos com a banda galesa de Metalcore, Bullet For My Valentine para saber suas opiniões sobre terem sido expulsos da turnê de Rob Zombie.

Bullet For My Valentine, que teve seu último álbum, “Scream Aim Fire” debutando em número 4 da Billboard 200, não estavam felizes em sua turnê abrindo para Rob Zombie, o que levou o vocalista Matt Tuck a postar comentários no quadro de mensagens da banda sobre como eles estavam sendo tratados e como se sentiram desrespeitados.
Durante a turnê, Tuck postou esses comentários sobre ser a banda de abertura.

Matt Tuck: “No merchandising, Zombie fazia nossos preços irem tão alto quanto os dele, eram 40 dólares por uma camiseta, o que é loucura, eu sei. Malditos gananciosos. Nós só tínhamos liberado duas coisas para compra também, o que é uma merda. Infelizmente, ser o primeiro numa turnê como essa é uma droga, mas é preciso ser feito. Enquanto escrevo isso, estou sentado na porra do chão da rua, porque nós não temos um camarim, pois o maldito Zombie pegou todos para ele, sua banda e sua equipe. Basicamente, nós somos merdas para ele.”

Uma vez que Rob soube das postagens, a banda foi imediatamente expulsa da turnê por expressar suas opiniões e defender suas crenças.

Entrevistador: Conversamos com a banda para saber suas opiniões sobre o problema com Zombie e porque ainda querem agradecê-lo.

Matt Tuck: “Bem, nós defendemos o que nós... nós nos defendemos, na verdade e acho que ele não gostou do que dissemos. Tanto faz, isso não nos incomoda. Nós fomos expulsos da turnê, mas entramos na turnê do Guns N’ Roses, então isso meio que funcionou para gente, sabe? É, por aí. Valeu, Rob!”

Entrevistador: Então Matt, você sente algum mal estar com a relação à situação com Zombie olhando em retrospectiva?

Matt Tuck: “Não, eu durmo tranquilo toda noite.”


Entrevista com moose para Rock Sound

A Rock Sound fez contato com o baterista da banda Bullet For My Valentine, Michael Thomas, também conhecido como Moose, assim que um representante da Parcelforce chegou em sua casa para lhe entregar uma conta. O Natal está chegando e suas vendas pela Internet estão dando frutos. No entanto, as relações familiares nem tanto, já que a banda não tem parado, apesar de estar fora dos holofotes nos últimos meses.

Moose: “Nós começamos a produzir em setembro de 2006”. “Na maior parte de 2007 nós não ensaiamos muitas  vezes entre as turnês. Eu não teria ligado ter um tempinho vago pra mim mesmo, mas infelizmente não temos esse luxo de ter tempo vago quando se está numa banda hoje em dia. Todo mundo quer mais, independente de ser músicas ou turnês, iTunes quer faixas exclusivas, o Japão quer mais cinco faixas extras para o lançamento e não tem nada igual a um B-side, então nós estamos numa posição na qual temos que produzir mais e mais, cada vez mais rápido. Esse álbum está terminado, mas já estamos pensando no terceiro álbum e ainda nem começamos a turnê deste”.

A banda está ocupada como nunca, mas é difícil para eles reclamarem, pois tiveram medo de estarem acabados devido aos problemas vocais de Matt Tuck, na gravação do álbum “Scream Aim Fire”.

Moose: “Todos estamos felizes que a voz de Matt tenha voltado”. “Teve uma época que eu acordava de noite pensando que a voz dele tinha ido embora para sempre e que nós estávamos acabados. Felizmente ele achou um professor de canto que diagnosticou o que estava acontecendo com ele. Nós originalmente planejamos lançar o álbum em agosto, mas não queríamos lançar um álbum onde a música era brilhante, mas os vocais não estavam legais então levamos um pouco mais de tempo para que pudéssemos pegar o melhor da voz de Matt”.

O caminho de volta para Tuck foi difícil e isso levou a banda a ajudá-lo de todos os jeitos para achar seu caminho de volta.

Moose: “Nos  ensaios tínhamos que abaixar o som dos instrumentos para tentar ouvir a voz do Matt,  pois quando estivéssemos  tocando tão pesado, não mudar o tom para o máximo”.
“Não foi feito por um conselho do professor de canto, nós apenas pensamos que depois de ter suas amídalas retiradas nós deveríamos tentar e engatinhar antes de fazê-lo tentar andar”.

Bullet For My Valentine não apenas tem um novo disco, mas também uma nova perspectiva do que é estar numa banda.
O seu frágil tempo tem os feito repensarem suas atitudes com a mídia e o que eles dizem em público.

Moose: “A voz do Matt realmente põe as coisas em perspectiva para nós”, “Nós crescemos bastante, então nós vamos fazer isso um dia de cada vez. Nós cometemos um monte de erros durante nosso primeiro disco, nós defendemos tudo que dissemos, mas esses dias nós guardamos para nós mesmos. Nós vemos novas bandas saindo e falando sobre outras bandas e isso nos parece infantilidade, mas nós já fomos aquela banda um dia.
O que nós dizemos agora fica entre o Bullet For My Valentine e nossa equipe, nós damos boas risadas disso agora, mas não fazemos mais isso na imprensa”.

Então, a banda está crescida, matura e responsável. A entrevista termina com Moose dizendo para Rock Sound.

Moose: “Tenho que ir, estou indo para Toys R Us agora”.


Entrevista com Moose para chad bowar
Bullet For My Valentine é umas das bandas de Metal mais famosas do mundo. Seu CD de estréia The Poison vendeu milhões de cópias mundialmente e tem havido muita antecipação por seu novo álbum, Scream Aim Fire. O álbum de estréia, Scream Aim Fire foi produzido por Colin Richardson (Machine Head, Fear Factory, Carcass). Também há uma participação de Benji Webbe, da banda Skindred. Houve preocupação por Matt ter tido problemas vocais e acabou tendo uma cirurgia em suas amídalas, mas ele se recuperou rápido e eles foram capazes de terminar o álbum. Eu falei como baterista, Michael “Moose” Thomas sobre o novo álbum, as pessoas que os odeiam e a pressão do sucesso instantâneo.

Chad Bowar: Scream Aim Fire acabou de ser lançado, mas a faixa título já vem se dando muito bem em rádio e vídeo.

Moose: Está se dando muito bem na América. É uma das músicas mais pesadas do álbum, e nós estamos felizes por estar estourando. É ótimo para nós.

Chad Bowar: Vocês tinham algum objetivo ou planos de que som vocês estavam procurando quando começaram a escrever para o álbum?

Moose: Na verdade, não. Nós queríamos escrever músicas que nos faziam sentir felizes. Fizemos várias músicas e o álbum saiu muito bem.

Chad Bowar: Como você descreveria o som do álbum comparando com o The Poison?

Moose: A música é muito mais pesada, mas nós equilibramos com os vocais. É um disco pesado, mas ele pode entrar no fluxo principal da mídia tranquilamente, o que é uma coisa muito boa.

Chad Bowar: Houve alguma idéia de usar um produtor diferente ou o Colin Richardson de novo sem dúvidas?

Moose: Colin foi a primeira opção e ele queria trabalhar conosco de novo. Nós estávamos muito felizes com o que fizemos no passado. Achamos que ele é o melhor produtor de Metal do mundo.

Chad Bowar: Como foi a experiência em estúdio com ele comparando com o último álbum?

Moose: Agora foi muito mais calmo, relaxado e fácil de gravar do que o The Poison, mesmo que tenha ido tão bem e nós deveríamos estar sob muita pressão. Mas, apenas fizemos e tivemos diversão.

Chad Bowar: Como você gosta de El Paso, Texas, onde está localizado o estúdio de Richardson?

Moose: Estou certo de que é uma boa cidade, mas nós estávamos numa fazendo no meio do nada e não pudemos ver muito dela. Ficamos presos lá, tocando nossos instrumentos e bebendo vinho tinto.

Chad Bowar: Matt (Tuck) teve alguns problemas vocais quando vocês estavam se aprontando para gravar esse álbum. Vocês estavam preocupados que ele fosse se recuperar ou acharam que não era grande coisa?

Moose: Em janeiro de 2007, a música já estava terminada para o álbum e nós entramos em turnê porque o The Poison ainda estava se dando muito bem. Os problemas começaram a aparecer em junho ou julho, quando ele ia gravar os vocais. Nós começamos a nos preocupar. Mas, os vocais ficaram terminados em outubro de 2007. Foi um pouco corrido, mas ele conseguiu terminá-los.

Chad Bowar: Como surgiu sua colaboração com Benji Webbe?

Moose: Nós já conhecíamos os caras há bastante tempo, quando eles ainda eram Dub War. Quando eles começaram o Skindred, eles nós levaram para fora quando ainda estávamos em uma banda diferente. Nós somos bons amigos e queríamos que Benji cantasse no nosso álbum.

Chad Bowar: Com o sucesso de seu primeiro álbum, suas expectativas estão altas para o Scream Aim Fire?

Moose: Eu espero que saia bem. Eu sei que foi direto para número 1 no Japão e número dois na Alemanha. Está se saindo muito bem.

Chad Bowar: Com o rápido sucesso do seu primeiro álbum, vocês tiveram a oportunidade de entrar em turnê com bandas renomadas. Vocês acharam que tinha inveja por parte de outras bandas?

Moose: É uma coisa que vem com o sucesso. Vai ter gente te invejando e gente te odiando. Obviamente, não podemos mudar todo mundo. É meio que desanimador quando as pessoas nos xingam. Nós somos apenas quatro garotos que gostam de tocar Metal. Nós não saímos para ir aos quadros de mensagens das pessoas e postar mensagens ruins. Mas, com o sucesso vem a inveja, eu suponho.

Chad Bowar: Vocês sentem certo “parentesco” com bandas como Trivium e Avenged Sevenfold que receberam críticas similares?

Moose: É, nós conhecemos os caras do Trivium muito bem. Nós fizemos alguns shows com eles. Na verdade, nós não falamos sobre isso. Apenas saímos juntos e falamos sobre música. Eu acho que as três bandas só deixam de lado e separam o bom do mau.

Chad Bowar: Bullet For My Valentine tem estado em muitas capas de revistas na Europa e nos EUA. Tem alguma que se destaca, sendo particularmente especial ou importante para vocês?

Moose: Sim, foi a Revolver esse ano, quando estávamos na capa “Back To The Future”. Foi muito legal para nós todos da banda.

Chad Bowar: Vocês têm alguns shows na Europa, depois virão para os EUA para a turnê do Taste Of Chaos com o Avenged Sevenfold e Atreyu. Vocês estão ansiosos para voltar à estrada e tocar as novas músicas?
Moose: Claro que sim! Nós temos esperado até demais. Estamos querendo tocar há séculos. Faremos essa turnê européia e depois vamos para os EUA darmos 110%. Depois de irmos para Austrália, Nova Zelândia e Japão para fazer alguns shows por lá. Depois vamos para a Europa fazer alguns festivais de verão e depois para os EUA liderar uma turnê.

Chad Bowar: Quando você começou na música, foi como baterista?

Moose: Não, eu comecei tocando guitarra. Eu toquei por uns dois anos. Acabei pegando as baquetas e não voltei atrás. Quando saímos em turnê, eu ainda pego o violão e vou tocar com os rapazes no fundo do ônibus. É bom tocar de vez em quando.

Chad Bowar: Quem são os bateristas que você admira?

Moose: Se não fosse pelo Dave Grohl, eu não tocaria bateria. Foi quando ele estava no Nirvana. Eu gosto do Scott Travis do Judas Priest, Vinnie Paul do Pantera, e Dave Lombardo do Slayer é um puta baterista.

Chad Bowar: Existe uma grande parte da cena do Metal no seu país natal, Gales?

Moose: É mais para uma cena underground. Tem um bocado de garotas na música, mas como banda, somos nós que estamos levantando a bandeira. Mas, eu fui num show local esses dias e tinha um bocado de garotos lá.

Chad Bowar: Você acha que seu sucesso vai inspirar bandas galesas mais novas?

Moose: Esperamos que os garotos da nossa área ou nosso país percebam que se quatro garotos de Gales conseguiram, qualquer um pode conseguir.


Entrevista com Moose para MetaL SUCKS

MetalSucks recentemente teve a oportunidade de conversar com o baterista da banda Bullet For My Valentine, Michael “Moose” Thomas. O novo álbum da banda, “Scream Aim Fire” sai na América do Norte em 29 de janeiro; enquanto isso a banda está se preparando para uma turnê européia, seguida da turnê Taste Of Chaos com as bandas Avenged Sevenfold e Atreyu. Moose nos contou sobre as letras e a gravação do novo disco e como foram vaiados enquanto abriam para os heróis de infância Iron Maiden e Guns N’ Roses.

[Obs.: no começo da entrevista, Moose revelou ter um filho de quatro anos de idade]

MetalSucks: É difícil dividir o tempo entre a banda e a família?

Moose: Não, eu acho muito fácil. Eu vou passar um tempo com minha família, e se eu estiver fora com a banda em turnê ou ensaios, eu divido o tempo, entende?

MetalSucks: Vocês têm um novo disco saindo, quer falar um pouco sobre ele?

Moose: É só pegar onde The Poison terminou, nós obviamente não queríamos fazer o mesmo disco, então nos forçamos a fazer um álbum mais difícil, mais pesado e mais rápido. As músicas nós escrevemos nos ensaios ou quando estávamos em turnê. Nós escrevemos um monte de músicas e ficamos felizes com elas, então estamos contentes em lançar esse disco.

MetalSucks: Você disse que é um pouco mais pesado, um pouco mais rápido. Isso foi algo que vocês fizeram intencionalmente ou aconteceu naturalmente?

Moose: Não, aconteceu naturalmente. Nós nunca sentamos como uma banda para discutir que direção nós tomaríamos musicalmente. Nós apenas entramos de cabeça e escrevemos um monte de músicas, então nós não tivemos que... Nós não pensamos em nada. Apenas escrevemos as músicas, sabe?

MetalSucks: Vocês escrevem todos juntos ou um de vocês já vem com a música terminada ou vocês escrevem no estúdio?

Moose: Esse álbum foi quase todo escrito no fundo do ônibus enquanto estávamos em turnê, então ele vem basicamente de um riff de guitarra que vem de uma idéia do Matt ou do Padge. Então basicamente nós gravavamos no celular de alguém ou alguma coisa para lembrar e quando estamos ensaiando, nós juntamos tudo e terminamos tocamos.

MetalSucks: Quem produziu e mixou o disco?

Moose: Nós ficamos com Colin Richardson de novo. Nós estávamos tão agradecidos e nós amamos trabalhar com ele. As atitudes dele são ótimas e ele é o melhor produtor de Metal por aí.

MetalSucks: Ele é ótimo. Ele é um cara mais da música, que se envolve e muda arranjos ou é um produtor do tipo que não põe as mãos na massa?

Moose: Ele confia plenamente em nós em relação à estrutura das músicas e tudo. Mas, antes de começarmos a gravar o álbum, ele já tinha as demos gravadas em disco. Entramos em pré-produção e ele sentava numa sala conosco para tocar e jogar idéias no ar, entende? São 99% do que era no começo, nós o usamos para a mixagem final.

MetalSucks: Então, avançando um pouco, The Poison foi um disco de muito sucesso e se deu muito bem além dos oceanos, mas não tanto na América quanto na Europa. Vocês acham que a razão é que talvez o público americano não tenha simpatizado muito com vocês?

Moose: Eu sinto que o Poison foi um grande disco com grandes músicas. Foi um grande primeiro disco, meio que para nos apresentar mesmo. Eu sinto que as pessoas se ligaram a ele pelas grandes melodias, grandes músicas. Já era tempo das bandas de Metal começarem a escrever e não ter medo do que escreveram.

MetalSucks: Quando vocês entram em turnê, vocês acham que há uma grande diferença entre os públicos americano e europeu?

Moose: Na verdade, não. Se for nossa turnê, não interessa se tocamos em Los Angeles ou no Japão, nós obtemos a mesma reação, o que é muito legal. É uma reação muito diferente quando estamos abrindo para uma banda muito grande, como o Iron Maiden, o que foi muito difícil para nós.

MetalSucks: Como foi abrir para uma banda que vocês cresceram escutando?

Moose: Definitivamente, para nós quatro, foi muito legal. Mas, então, eu desejo... Que os fãs dele dêem uma chance para a banda de abertura, sabe? Quando subíamos ao palco, eles cantavam, cantavam “Maiden, Maiden! Maiden, Maiden!” Isso é um saco, por que eles não nos deram uma chance? Nós estávamos lá para abrir, e nós éramos grandes fãs de qualquer jeito, então quando eles estavam cantando “Maiden!” nós queríamos vê-los tanto quanto eles.

MetalSucks: De qualquer modo, não interessa quem está abrindo para o Iron Maiden.

Moose: Não, não importa.

MetalSucks: Basicamente, aconteceu o mesmo com vocês aqui na América quando vocês fizeram aquelas datas com o Axl Rose.

Moose: Qual delas?

MetalSucks: Nova York, com o Guns N’ Roses.

Moose: Ah, é, nós fizemos as datas na Europa com eles e então as datas de Nova York foram à venda e esgotaram em 5, 15 minutos e nós não tínhamos nem sido anunciados nos ingressos. Então, foi a mesma coisa, mas não tão ruim quanto com o Maiden.

MetalSucks: Não foi tão ruim?

Moose: Não, não foi!

MetalSucks: Eu estava em um desses shows e foi bem ruim!

Moose: Em Nova York, não foi bom, mas se você tivesse nos visto nos shows do Maiden, foi RUIM!

MetalSucks: Você leva para o lado pessoal ou faz o seu melhor e segue em frente?

Moose: Mesmo que tivéssemos tocado muito bem, ninguém nos daria cinco minutos. Eu só gostaria que eles tivessem nos dado uma chance. Mas, eu acho que eles são assim e sempre serão.

MetalSucks: Então, o novo disco vai sair daqui a umas semanas e vocês entrarão na turnê Taste Of Chaos – Avenged Sevenfold, Atreyu e outras bandas. Essas são bandas que vocês conhecem e já tenham feito turnês juntos antes?

Moose: Quando nós lançamos nosso primeiro EP, por volta de 2004 ou 2005, eu não me lembro, nós fizemos uma turnê com o Atreyu na Grã-Bretanha. E então fizemos festivais de verão, eu acho que há um ano e meio atrás e o Avenged estava neles e acho que eles também estavam em alguns shows do Guns N’ Roses na Europa. Nós ficamos bem amigos deles, tomamos umas cervejas e conversamos e não podemos esperar para ir para o Taste Of Chaos.

MetalSucks: Quais são suas expectativas para a turnê? Obviamente é uma turnê grande, tão grande quanto ou maior do que qualquer coisa que vocês fizeram nos EUA.

Moose: Eu acho que nós apenas vamos lá detonar e conseguir mais fãs quanto for possível. Não leve prisioneiros, suba lá, toque, desça, beba como um cachorro!

MetalSucks: Quantas datas são? E depois disso, você voltarão para a Europa para fazer festivais?

Moose: Vai durar mais ou menos dois meses. É, nós estamos fazendo uma turnê européia e depois faremos o Taste Of Chaos e então, eu acho... Eu não sei, vai estar tudo transcorrendo durante 18 meses.  

MetalSucks: Deve ser uma grande oportunidade. Vocês definitivamente estão criando uma grande massa de fãs, mas assim como a imprensa segue, há muitas coisas sendo ditas e algumas pessoas não gostam de vocês. Vocês prestam atenção para essas coisas? Como vocês reagem?

Moose: Nós não ligamos. Se alguém não gosta de nós, nós não podemos agradar a todos. Tanto faz. Se você gosta de nós, ótimo, se não, não abra a sua boca, e deixa-a fechada, sério!

MetalSucks: Palavras finais?

Moose: Vemos vocês no Taste Of Chaos!


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